O marco Luque mostra.
Blog do caputino
Por que o mais interessante são as inutilidades.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Teaser Trailer - Alice no País das Maravilhas (Legendado)
Teaser do filme Alice no país das Maravilhas que o Tim Burton está dirigindo. Na boa, já tô ansioso pra ver o filme. Primeiro por que gosto de parecer cult, e Tim Burton é deveras cult. E segundo por que o Jhonny Deep é linduuuuuuuuu eehehehehe mode viadagemoff. Sem sacanagem agora, gosto do tom lúdico que o Tim Burton consegue imprimir nos filmes que dirige e a cara de maluca da Helena Bonham Carter. É um casamento a três que parece ter dado certo.
Alguém aí conhece o Vincent?
Já postei esse Vicent umas três vezes nos blog q eu participo. Sou maluco?
Alguém aí conhece o Vincent?
Já postei esse Vicent umas três vezes nos blog q eu participo. Sou maluco?
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Post atrasado - Homenagem para o dia do amigo.
Amigo é aquele que você pode dividir uma cerveja sem grilo nenhum.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
O que voçê faz quando ninguém te vê fazendo?
Segue abaixo três videozinhos no youtube de atitudes humanas que câmeras escondidas de vigilância captam por ai. Nem tem muita coisa o que comentar não.
Sempre que vejo o icorporar do Youtube penso: Quem?
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Vale-cultura - Quanto vale a cultura?

Hei! O governo vai lancar agora o vale-cultura. No valor de 50 mangos para o trabalhador brasileiro se deliciar com um pouco de cultura na vida cotidiana corrida e sem graça.
Eu fico feliz com essa iniciativa do governo. Na boa. Agora poderemos ser quase-mendigos-iletrados-mas-cheios-de-cultura. Todos nós, que recebemos pouco ou quase nada, poderemos ser pseudocults na santa paz de deus. Urru.
E a melhor de todas noticias, esse vale não poderá ser descontado do salário do trabalhador. Né?
Na boa. Eu fico imaginando o Seu Zé falando pra Genara: “ Eita bem, esse mês vai dá pra troca nosso vale em pinga e carne pra faze o churrasco do Gilson”.
Eu não sei. Eu penso que os políticos deveriam criar condições melhores para o trabalhador ganhar mais dinheiro e poder gastar no que quisesse, que a pessoa que trabalha pudesse se encontrar com "cultura" por direito e vontade e não por esmola. Parece muito aquela velha historia do pão e circo, ajudando manifestações institucionalizadas de cultura e esquecendo a cultura popular.
Parece-me uma tentativa tapar o sol com a peneira por que, no lugar de investir em manifestações culturais e aumentar o poder aquisitivo do brasileiro ao mesmo tempo, cria-se um vale esmola qualquer para forçar o cidadão comum a consumir uma coisa que ele, às vezes, nem se interessa por ela. Forçar o cidadão a consumir formas elitizadas de cultura.
Acho muito mais interessante um salário mais alto e o livro, o cinema, o teatro, a música mais baratos para escolher o que consumir ou não, do que receber cinqüenta reais por mês para escolher entre alguma dessas coisas.
Talvez o problema seja, também, o que é cultura ou cultural? Funk carioca é cultura? Musica clássica é cultura? Shakespeare é cultura? Paulo coelho? Que manifestações culturais serão abrangidas pelo tal vale-cultura?
No fim de tudo fica em mim somente essa sensação “ oba, vou pegar meu vale e troca por pinga, não entendo o que aquele maluco ta dizendo nos teatro mesmo.” Mais quem se importa com isso mesmo? O governo fica bem com os teatros e com a mídia. O assalariado encontra uma forma de usar o beneficio de qualquer jeito. E tudo fica bem.
Enquanto isso, nas escolas disseminamos ignorância em serie para indivíduos do futuro e as multinacionais continuam explorando aquela matéria de carne que chamam de proletário. “Nossa, isso foi tão Marxista, ui...”
Eu fico feliz com essa iniciativa do governo. Na boa. Agora poderemos ser quase-mendigos-iletrados-mas-cheios-de-cultura. Todos nós, que recebemos pouco ou quase nada, poderemos ser pseudocults na santa paz de deus. Urru.
E a melhor de todas noticias, esse vale não poderá ser descontado do salário do trabalhador. Né?
Na boa. Eu fico imaginando o Seu Zé falando pra Genara: “ Eita bem, esse mês vai dá pra troca nosso vale em pinga e carne pra faze o churrasco do Gilson”.
Eu não sei. Eu penso que os políticos deveriam criar condições melhores para o trabalhador ganhar mais dinheiro e poder gastar no que quisesse, que a pessoa que trabalha pudesse se encontrar com "cultura" por direito e vontade e não por esmola. Parece muito aquela velha historia do pão e circo, ajudando manifestações institucionalizadas de cultura e esquecendo a cultura popular.
Parece-me uma tentativa tapar o sol com a peneira por que, no lugar de investir em manifestações culturais e aumentar o poder aquisitivo do brasileiro ao mesmo tempo, cria-se um vale esmola qualquer para forçar o cidadão comum a consumir uma coisa que ele, às vezes, nem se interessa por ela. Forçar o cidadão a consumir formas elitizadas de cultura.
Acho muito mais interessante um salário mais alto e o livro, o cinema, o teatro, a música mais baratos para escolher o que consumir ou não, do que receber cinqüenta reais por mês para escolher entre alguma dessas coisas.
Talvez o problema seja, também, o que é cultura ou cultural? Funk carioca é cultura? Musica clássica é cultura? Shakespeare é cultura? Paulo coelho? Que manifestações culturais serão abrangidas pelo tal vale-cultura?
No fim de tudo fica em mim somente essa sensação “ oba, vou pegar meu vale e troca por pinga, não entendo o que aquele maluco ta dizendo nos teatro mesmo.” Mais quem se importa com isso mesmo? O governo fica bem com os teatros e com a mídia. O assalariado encontra uma forma de usar o beneficio de qualquer jeito. E tudo fica bem.
Enquanto isso, nas escolas disseminamos ignorância em serie para indivíduos do futuro e as multinacionais continuam explorando aquela matéria de carne que chamam de proletário. “Nossa, isso foi tão Marxista, ui...”
sábado, 18 de julho de 2009
Doenças pós--modernas. A doença Duke Nukem.
Estamos a vivendo imersos, a cada dia mais e mais, na era digital. Como não poderia deixar de ser nossa vida está sendo transformada de maneiras que não poderia ser imaginada a alguns anos atrás, como por exemplo, o calos preto de mouse no pulso, os namoros virtuais, o sexo virtual, os flagras de fio terra no youtube a fora.
Bom, no meio disso tudo também existem as doenças virtuais, psicoses digitais, depressões orkutianas e por ai vai. Neste vídeo que segue abaixo temos o exemplos de mais uma doença que apareceu com essa era digital e que, como não poderia deixar de ser vem preocupando analista, cientistas e fabricantes de vídeo games no mundo todo.
Apresento-vos a famigerada e mortal doença do Duke Nukem.
Para ativar a legenda você clica no icone que está no lado inferior do vídeo, caso seja meio burro como eu que assiste o vídeo três vezes sem ter encontrado a legenda.
Bom, no meio disso tudo também existem as doenças virtuais, psicoses digitais, depressões orkutianas e por ai vai. Neste vídeo que segue abaixo temos o exemplos de mais uma doença que apareceu com essa era digital e que, como não poderia deixar de ser vem preocupando analista, cientistas e fabricantes de vídeo games no mundo todo.
Apresento-vos a famigerada e mortal doença do Duke Nukem.
Para ativar a legenda você clica no icone que está no lado inferior do vídeo, caso seja meio burro como eu que assiste o vídeo três vezes sem ter encontrado a legenda.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Smoke on the water.
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